FINALMENTE! A Globo finalmente elegeu o substituto do "Sai de Baixo". Aliás, o sucessor. É inadmissível e impossível o SDB ser substituído...
Depois de prestar vestibular em dezembro, o SOB NOVA DIREÇÃO, de Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé, ficou com a vaga. Outros vestibulandos aprovados foram o programa A DIARISTA, da ex-Sai-de-baixo Cláudia Rodrigues, que ficará com o horário pós-Casseta-e-Planeta e PAPO DE ANJO, da tb ex-Sai-de-baixo Cláudia Jimenez, que virará quadro do "Fantástico".
Tudo isso a partir de abril, quando a nova programação da emissora estreiar...
domingo, 15 de fevereiro de 2004
"Sai de Baixo" reapareceu na tela da Globo
Wanderley Matias (Luiz Gustavo) é um solteirão que mora sozinho em um espaçoso apartamento no Largo do Arouche junto com sua fiel doméstica, a curta e grossa Edileuza do Espírito Santo (Cláudia Jimenez). E que vê sua vida virar de cabeça para baixo ao receber a visita de sua irmã que há anos não via, a socialite Cassandra Matias Salão (Aracy Balabanian) revelando que seu genro Caco Antíbes (Miguel Falabella), um grande pilantra criado a brioches, faliu. Então ela, seu genro e sua filha, a ingênua patricinha Magda (Marisa Orth), irão ocupar o apartamento na maior cara de pau. Assim começa o piloto do seriado Sai de Baixo. É lógico que Wanderley tenta, na forma mais educada possível, expulsar seus 'queridos' parentes inventando que está noivo e que sua futura esposa chamada Babete vai vir morar junto com seus dois filhos, sua mãe e um cachorro, mas Cassandra diz que não vai arredar o pé dali enquanto não conhecer sua cunhada. E como ele e Edileuza não conseguem uma mulher para fazer o papel da falsa noiva, eles acabam chamando Ribamar (Tom Cavalcante), namorado da doméstica e porteiro do edifício que tem uma placa de metal na cabeça, para participar da farsa.
Esse é o enredo do episódio "Festa de Babete" , que fora reprisado na madrugada do dia 25/01, como parte da comemoração dos 450 anos de SP. Os fãs agradecem!
Esse é o enredo do episódio "Festa de Babete" , que fora reprisado na madrugada do dia 25/01, como parte da comemoração dos 450 anos de SP. Os fãs agradecem!
terça-feira, 29 de julho de 2003
Reformulação geral!
Em comemoração aos 4 anos do site, estréia hoje o novo layout (com 4 meses de atraso). Fizemos uma reformulação geral em todas as seções. Atenção especial:
- Resumos dos episódios = quem escreveu, dirigiu e o enredo de cada um dos 241 episódios da série. Colaboração de PAULO BOCÃO, a quem agradeço desde já.
- Pirados pelo "Sai de Baixo" = fotos de encontros de fãs no RJ e em SP.
- Você pode ver os layouts antigos do nosso site na seção "Créditos"
- Faça DOWNLOAD de vááááários vídeos do programa na seção VÍDEOS
E a partir de hoje, esteja sempre ligado aqui na página inicial, que nós vamos rechear de notícias... E olha que o que mais tem é notícia atrasada... Tem tanta coisa de "Agora é que são elas", que está entrando na reta final... E também o lançamento do DVD do "Sai de Baixo". Quem viu, gostou!
Aproveitem!
- Resumos dos episódios = quem escreveu, dirigiu e o enredo de cada um dos 241 episódios da série. Colaboração de PAULO BOCÃO, a quem agradeço desde já.
- Pirados pelo "Sai de Baixo" = fotos de encontros de fãs no RJ e em SP.
- Você pode ver os layouts antigos do nosso site na seção "Créditos"
- Faça DOWNLOAD de vááááários vídeos do programa na seção VÍDEOS
E a partir de hoje, esteja sempre ligado aqui na página inicial, que nós vamos rechear de notícias... E olha que o que mais tem é notícia atrasada... Tem tanta coisa de "Agora é que são elas", que está entrando na reta final... E também o lançamento do DVD do "Sai de Baixo". Quem viu, gostou!
Aproveitem!
Melhorou...
Segunda Matéria da VEJA, a respeito de AGORA É QUE SÃO ELAS, por Ricardo Valladares:
Virada de jogo
A novela das 6 da Rede Globo, Agora É que São Elas, balançou e balançou - mas não caiu. Depois de patinar por quase três meses numa média ruim de audiência, chegando a dar 26 pontos, nas últimas semanas ela conseguiu se aprumar e ultrapassou finalmente os 32 pontos de ibope, patamar que a Globo considera ideal para o horário. Um outro número revela de maneira ainda mais clara que a novela ganhou embalo: de cada dez televisores ligados às 6 da tarde, sete sintonizam nela. Novelas são por definição obras abertas. Sempre se pode ajustá-las. Mesmo assim, é raro ver uma trama que demora muito a emplacar virar o jogo e se tornar um sucesso. Foi esse o feito alcançado por Agora É que São Elas - graças em boa parte à proverbial voz do povo, que indicou o caminho.
Nem todos os autores de novela dão ouvidos ao que as pesquisas de opinião dizem. Manoel Carlos, de Mulheres Apaixonadas, apregoa que jamais presta atenção a elas. Responsável pela trama de Agora É que São Elas, Ricardo Linhares decidiu fazer o contrário - o que acabou sendo uma decisão sábia. Sua principal providência, seguindo os conselhos de um grupo de espectadoras convocado pela Globo, foi fazer os personagens Juca Tigre (Miguel Falabella) e Antônia (Vera Fischer) engatar logo um romance. A história estava prevista para o distante capítulo 100, e foi antecipada para o capítulo 60. "Tem de ouvir as mulheres", diz Linhares. "Elas queriam o namoro, então apressei os acontecimentos." O par anterior de Falabella era a atriz Marisa Orth - o que dava ao público a sensação de estar assistindo a um remake mal disfarçado do extinto seriado Sai de Baixo, estrelado pelos dois.
Resolver o romance central foi um passo importante. Além disso, Linhares criou novos personagens e novos focos de interesse na novela. Os personagens Rodrigo (Thiago Fragoso) e Vanuza (Preta Gil) estão se tornando populares. Eles organizam corridas de carro na cidade fictícia de Formigas. Um desses rachas rendeu um pico de audiência de 38 pontos, o maior da novela até agora. A presença de Preta Gil na novela foi um esperto golpe de marketing. Ela é filha do cantor e ministro da Cultura Gilberto Gil, que até a semana passada não a vira no ar. Aos 28 anos, Preta é o tipo de garota que não tem papas na língua. "Tenho 1,60 de altura, 74 quilos e sou negra de cabelo alisado. Estou fora dos padrões de beleza. E daí?", diz ela. A jovem aspirante a celebridade afirma que agarrou a chance de aparecer na novela porque isso vai ajudá-la a lançar seu primeiro disco, no mês que vem. Seu plano de vida é ser cantora, e não atriz, profissão para a qual nunca se preparou a contento. "Eu só terminei
o colégio, minha escola é minha família. Foi ótimo poder discutir filosofia com Jorge Mautner, minha sexualidade com Caetano Veloso e ir aos shows de minha madrinha Gal Costa", explica ela. Formação densa, a da moça.
Virada de jogo
A novela das 6 da Rede Globo, Agora É que São Elas, balançou e balançou - mas não caiu. Depois de patinar por quase três meses numa média ruim de audiência, chegando a dar 26 pontos, nas últimas semanas ela conseguiu se aprumar e ultrapassou finalmente os 32 pontos de ibope, patamar que a Globo considera ideal para o horário. Um outro número revela de maneira ainda mais clara que a novela ganhou embalo: de cada dez televisores ligados às 6 da tarde, sete sintonizam nela. Novelas são por definição obras abertas. Sempre se pode ajustá-las. Mesmo assim, é raro ver uma trama que demora muito a emplacar virar o jogo e se tornar um sucesso. Foi esse o feito alcançado por Agora É que São Elas - graças em boa parte à proverbial voz do povo, que indicou o caminho.
Nem todos os autores de novela dão ouvidos ao que as pesquisas de opinião dizem. Manoel Carlos, de Mulheres Apaixonadas, apregoa que jamais presta atenção a elas. Responsável pela trama de Agora É que São Elas, Ricardo Linhares decidiu fazer o contrário - o que acabou sendo uma decisão sábia. Sua principal providência, seguindo os conselhos de um grupo de espectadoras convocado pela Globo, foi fazer os personagens Juca Tigre (Miguel Falabella) e Antônia (Vera Fischer) engatar logo um romance. A história estava prevista para o distante capítulo 100, e foi antecipada para o capítulo 60. "Tem de ouvir as mulheres", diz Linhares. "Elas queriam o namoro, então apressei os acontecimentos." O par anterior de Falabella era a atriz Marisa Orth - o que dava ao público a sensação de estar assistindo a um remake mal disfarçado do extinto seriado Sai de Baixo, estrelado pelos dois.
Resolver o romance central foi um passo importante. Além disso, Linhares criou novos personagens e novos focos de interesse na novela. Os personagens Rodrigo (Thiago Fragoso) e Vanuza (Preta Gil) estão se tornando populares. Eles organizam corridas de carro na cidade fictícia de Formigas. Um desses rachas rendeu um pico de audiência de 38 pontos, o maior da novela até agora. A presença de Preta Gil na novela foi um esperto golpe de marketing. Ela é filha do cantor e ministro da Cultura Gilberto Gil, que até a semana passada não a vira no ar. Aos 28 anos, Preta é o tipo de garota que não tem papas na língua. "Tenho 1,60 de altura, 74 quilos e sou negra de cabelo alisado. Estou fora dos padrões de beleza. E daí?", diz ela. A jovem aspirante a celebridade afirma que agarrou a chance de aparecer na novela porque isso vai ajudá-la a lançar seu primeiro disco, no mês que vem. Seu plano de vida é ser cantora, e não atriz, profissão para a qual nunca se preparou a contento. "Eu só terminei
o colégio, minha escola é minha família. Foi ótimo poder discutir filosofia com Jorge Mautner, minha sexualidade com Caetano Veloso e ir aos shows de minha madrinha Gal Costa", explica ela. Formação densa, a da moça.
segunda-feira, 12 de maio de 2003
Ih....
Matéria da VEJA, a respeito de AGORA É QUE SÃO ELAS, por Ricardo Valladares:
Seleção desastrada
A novela Agora É Que São Elas estreou em março, na Rede Globo, com uma missão urgente: levantar, no horário das 6, a média de audiência da emissora, que caiu 5 pontos em três anos. Estrelas como Vera Fischer, Miguel Falabella, Marisa Orth e Maurício Mattar foram convocadas, e inventou-se uma trama que mistura comédia, realismo fantástico e romance. Resultado? Rigorosamente nenhum. A média da novela é idêntica à de suas antecessoras Sabor de Paixão e Coração de Estudante: 26 pontos. Por que uma novela com atores de primeira linha e ingredientes para satisfazer todos os gostos não consegue embalar? O motivo principal é visibilíssimo: o entrecho de Agora É Que São Elas é ruim de doer. Mas uma pesquisa concluída na semana passada pela Globo mostra que também há outras razões para a encrenca.
Se novela tivesse técnico como seleção de futebol, a esta altura ele estaria com seu emprego a perigo. A escalação de Agora É Que São Elas mostrou-se uma das mais desastradas dos últimos tempos. Até Vera Fischer, quem diria, pode estar atrapalhando. Com sua beleza exuberante, mas madura, e seu longo histórico de polêmicas, ela é garantia de ibope às 8 horas, mas o público das 6, formado sobretudo por mulheres conservadoras, a considera uma presença forte demais nesse horário. As telespectadoras, aliás, também não gostaram de uma brincadeira que estava prevista para os próximos capítulos: a inversão de papéis entre os sexos. Na trama bolada pelo autor Ricardo Linhares, uma demissão em massa na fábrica da cidadezinha de Bocaiúvas obrigaria os homens a ir cuidar da casa, enquanto suas mulheres assumiriam uma cooperativa, começariam a ganhar dinheiro e a tomar umas e outras depois do expediente. "Já tinha tudo planejado e vou precisar mudar", resigna-se Linhares. O público quer mesmo é açúcar na novela das 6.
Romance sim, mas não qualquer um. O par formado por Maurício Mattar e Déborah Falabella não está agradando. Com quase 40 anos, Mattar é visto como um homem muito velho para Déborah. Seria melhor, dizem as telespectadoras, se Paulo Vilhena conquistasse o coração da mocinha. No quesito galã, porém, a pior nota vai para Miguel Falabella. Já corre nos bastidores da Globo a piada de que ele não cola nesse papel nem mesmo pintado de roxo - a cor que seu personagem adquiriu momentaneamente, depois de ser atacado por um enxame de formigas. Para complicar ainda mais sua situação, o público está cansado de vê-lo fazendo comédia. A atuação de Falabella como o inescrupuloso político Juca Tigre lembra demais seu papel como Caco Antibes, do extinto dominical Sai de Baixo. Até a atriz que interpreta sua mulher é a mesma, Marisa Orth - que não faz outro papel a não ser o de Marisa Orth.
Seleção desastrada
A novela Agora É Que São Elas estreou em março, na Rede Globo, com uma missão urgente: levantar, no horário das 6, a média de audiência da emissora, que caiu 5 pontos em três anos. Estrelas como Vera Fischer, Miguel Falabella, Marisa Orth e Maurício Mattar foram convocadas, e inventou-se uma trama que mistura comédia, realismo fantástico e romance. Resultado? Rigorosamente nenhum. A média da novela é idêntica à de suas antecessoras Sabor de Paixão e Coração de Estudante: 26 pontos. Por que uma novela com atores de primeira linha e ingredientes para satisfazer todos os gostos não consegue embalar? O motivo principal é visibilíssimo: o entrecho de Agora É Que São Elas é ruim de doer. Mas uma pesquisa concluída na semana passada pela Globo mostra que também há outras razões para a encrenca.
Se novela tivesse técnico como seleção de futebol, a esta altura ele estaria com seu emprego a perigo. A escalação de Agora É Que São Elas mostrou-se uma das mais desastradas dos últimos tempos. Até Vera Fischer, quem diria, pode estar atrapalhando. Com sua beleza exuberante, mas madura, e seu longo histórico de polêmicas, ela é garantia de ibope às 8 horas, mas o público das 6, formado sobretudo por mulheres conservadoras, a considera uma presença forte demais nesse horário. As telespectadoras, aliás, também não gostaram de uma brincadeira que estava prevista para os próximos capítulos: a inversão de papéis entre os sexos. Na trama bolada pelo autor Ricardo Linhares, uma demissão em massa na fábrica da cidadezinha de Bocaiúvas obrigaria os homens a ir cuidar da casa, enquanto suas mulheres assumiriam uma cooperativa, começariam a ganhar dinheiro e a tomar umas e outras depois do expediente. "Já tinha tudo planejado e vou precisar mudar", resigna-se Linhares. O público quer mesmo é açúcar na novela das 6.
Romance sim, mas não qualquer um. O par formado por Maurício Mattar e Déborah Falabella não está agradando. Com quase 40 anos, Mattar é visto como um homem muito velho para Déborah. Seria melhor, dizem as telespectadoras, se Paulo Vilhena conquistasse o coração da mocinha. No quesito galã, porém, a pior nota vai para Miguel Falabella. Já corre nos bastidores da Globo a piada de que ele não cola nesse papel nem mesmo pintado de roxo - a cor que seu personagem adquiriu momentaneamente, depois de ser atacado por um enxame de formigas. Para complicar ainda mais sua situação, o público está cansado de vê-lo fazendo comédia. A atuação de Falabella como o inescrupuloso político Juca Tigre lembra demais seu papel como Caco Antibes, do extinto dominical Sai de Baixo. Até a atriz que interpreta sua mulher é a mesma, Marisa Orth - que não faz outro papel a não ser o de Marisa Orth.
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